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terça-feira, 25 de julho de 2017

Quando seguimos os conselhos das cartas

Muitas vezes em uma consulta, damos diversos conselhos e o consulente não dá ouvidos ao que estamos dizendo. 

Eu sempre me senti culpado por isso, porém, depois de um tempo você entende que cada um tem seu momento e a sua maturidade para lidar com o conselho das cartas. O importante sempre foi oferecer o melhor trabalho que estiver dentro das nossas possibilidades. Dizem que o importante é a intenção, não é? :)

Depois de ter feito o exercício 6, ainda sem me sentir confortável para conversar com minha mãe, embora as cartas estivessem sugerido fazer isso pelo retorno recíproco que eu ia receber (jardim), decidi experimentar o conselho delas para ver o que aconteceria.

No primeiro momento, fiquei decepcionado porque ontem ela não retribuiu da mesma forma, achei que eu tivesse exagerado na minha interpretação de reciprocidade. Minha família, embora se ame muito, tem dificuldades de demostrar isso.

Porém, hoje cedo, minha mãe envia uma mensagem extremamente carinhosa para todos nós, reconhecendo esse amor, e notei ali que eu obtive um retorno a altura da minha mensagem no dia anterior. Meu coração está mais leve... ^.^

Percebo, então, que quando as cartas aconselham, por mais que a gente relute um pouco, é sempre bom fazer, pois o retorno é gratificante (por mais que ele demore um pouquinho, rs). 

Claro que devemos respeitar nossos limites e nosso tempo, mas pela minha experiência pessoal, foi tudo muito bem e estou me sentindo melhor do que ontem. Tenho certeza, aliás, que isso ainda vai repercutir muito nos dias que vão seguir.

:)


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