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quarta-feira, 5 de julho de 2017

Não devemos julgar as cartas

Sempre que cai uma carta "feia" ou considerada negativa no jogo, me dá muito frio na barriga, mesmo acreditando que as cartas possuam duas polaridades (positiva e negativa).

O problema é que as cartas muitas vezes tem um desenho assustador, o que dá uma certa desestabilizada na hora da leitura, pois é impossível não ter certo receio. Quem nunca teve um consulente que viu a cobra e já entrou em desespero? Aí são dois trabalhos, acalmar-se e acalmar o consulente.

Aprendi, portanto, entre minhas reflexões, que é muito importante não julgar as cartas no primeiro momento. É preciso entendê-las em sua essência, saber que ela tem pontos positivos e negativos e observar pelas cartas ao redor qual polaridade está sendo invocada naquele momento.

Tenho trabalho em mim esse "preconceito". Quando aparece a carta da cobra, toda brava, por exemplo, já respiro e vejo o que ela - de fato - está querendo me dizer, e não o que meus conceitos  "primários" dizem sobre ela.

É preciso ser imparcial nas interpretações. Ter vínculos emocionais, tanto nas cartas quanto na vontade de ajudar o outro, pode ser muito prejudicial. Devemos ser o mais neutro possível para ouvir o jogo e sentir tudo o que está para ser comunicado ao consulente.

Tarefa fácil? Não... por esse motivo, acho valiosíssimo quem consegue fazer belas e boas leituras do baralho cigano.

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